terça-feira, 13 de abril de 2010

"Amor que nasce, cresce"

Em tempos fui assim, deixei de ser, nesses tempos tinha outros interesses, por vezes até pouco definidos, não sabia ao certo o que queria. Agora sei, tenho a certeza do que quero, pelo que luto, tudo com um fundamento. Existem coisas que alteram o nosso estado de espírito, querendo ou não, um simples gesto deixa-nos as pessoas mais babadas do mundo, mas conforme nos dão tudo, também nos conseguem tirar o mais importante com uma só palavra: acabou! Eu não acredito que os nossos sonhos em questão de segundos, morram sem água, como uma flor no deserto, que era regada, guardada e amada. Uma cara tão bonita entra nos nossos sonhos e desfaz todas as coisas reconfortantes, deixando-nos no impasse, sem saber se queremos dormir ou acordar. Por vezes sinto que se apodera se mim e só me faz sentir a morrer, deixando-me a desfalecer por dentro. Perdi o ânimo, parece que fiquei sem sentidos e entrei em estado vegetal, uma sonolência profunda, um estado mórbido É assim que me sinto hoje, com vontade de me extinguir. Já não sei o que citar, nada me trás satisfação, a não sei o que me falta, porque raio é que estas coisas acontecem? Eu luto, sacrifico o meu orgulho, engulo em seco, aceito todos os insultos, só porque amo, porque desejo e não quero se a culpada de o nosso futuro ter morrido serenamente. Não dou tréguas, o meu coração tornou-se uma vitrina que te ornamenta. Sinto um vazio, quero um sonho construído, realizado e preenchido.

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